Eu percebi que como você pela manhã, estudo com você, almoço você, durmo com você, sonho com você, falo em você... Eu percebi que respiro você! Foi só você ficar por perto, resolver me ler, perceber-me, que você se percebeu. Eu tenho medo disso.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Ela...
E então você percebe que vai amá-la pra sempre. Que vai ler frases bonitas e pensar nela, que vai deitar a cabeça em seu travesseiro e repousar ela, que vai sentar-se na grama do campo onde a conhecera, fechar os olhos, e tentar rever cada segundo daquela noite sempre que passar por aquele local, que seu coração vai palpitar cada vez que chegar o momento de revê-la, que você fingirá naturalidade quando ela então aparecer caminhando em sua direção. Você percebe que ficará online quando ela conectar na esperança de uma possível conversa, que vai derrama-la pelo rosto quando se sentir cheia disso tudo, mas deixará que algumas lágrimas escorram até seus lábios para que se sacie um pouco do amor por ela. Você percebe que será assim para sempre, surgirão novas lembranças, novos lugares a se sentar e recolher memórias, novas esperas... Mas que o novo realmente nunca virá. Você percebe que de certa forma não se importa e que nunca vai deixar de amá-la. Que talvez conte isto a ela um dia, talvez em seu leito de morte, muito provável em uma carta.
domingo, 28 de novembro de 2010
Me da um tempo vai!
É verdade, pessoas tem mania de tempo. Tempo pra poder gostar, tempo em relacionamento, tempo pra esquecer, tempo pra se recompor, tempo, tempo, tempo... ACORDA MINHA GENTE! E se essa coisa de morrer amanhã acontecer mesmo? Quem garante que não? Que isso é drama, blá blá, pessimismo, blá blá... Não minha gente, isso é realidade! Vivemos perdendo tempo de tudo apenas por dar tempo pra/em tudo. Parece uma regra sabe? E isso acua as pessoas, que acham que se você não segue a regra do tempo você é ousada demais.
Se você demostra que gosta muito cedo, você é dada como carente. Se você termina de cara algo que não está dando certo, você não dá chance de ter certeza. Se você se recupera logo você não se importa e é promíscua por querer levar a bola pra frente. Se, se, se... Tempo, tempo, tempo... Não percebem? To cansada! Eu quero gostar no dia seguinte e poder ligar. Porque quem liga no terceiro, quarto dia está fazendo jogo, pode apostar! Chega de joguinhos, chega, sabe! Tem muita gente aí que enche a boca pra dizer que aproveita a vida, que vive dando lição de moral nesse estilo e quando vai ver é mais um tomado pela regra temporal. Temporal na minha cabeça que não aguenta mais esperar. As vezes é preciso parar, eu sei. Mas, ÀS VEZES, por favor. Tempo é curto, essa é a verdade. E estamos perdendo ele parados, lamentando, esperando... Mesmo que não se morra amanhã, um dia se morre, e aí? E aí que você ficou cheia de tempos na vida, perdidos.
Eu não vou mais perder o meu se quer saber, e se atitudes te assusta, reveja o seus conceitos. Se eu gostar de você eu vou dizer. Se você não for o meu número eu não vou te calçar mais. E eu vou continuar vivendo oras, nesse instante, no dia seguinte e por aí vai. Agora, se for você quem eu quero pra vida toda, eu vou comprar um buquê um anel e preparar meu melhor sorriso pra pedir um tempo especial, o de passar o resto dele ao seu lado.
Eu não vou mais perder o meu se quer saber, e se atitudes te assusta, reveja o seus conceitos. Se eu gostar de você eu vou dizer. Se você não for o meu número eu não vou te calçar mais. E eu vou continuar vivendo oras, nesse instante, no dia seguinte e por aí vai. Agora, se for você quem eu quero pra vida toda, eu vou comprar um buquê um anel e preparar meu melhor sorriso pra pedir um tempo especial, o de passar o resto dele ao seu lado.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Amante Lua
Tão corajosa a lua dar as caras ainda dia. Amante do sol vem contar ao mundo seu amor. Cheia de esconder-se nesse caso noturno, quer aparecer um pouco mais. Tão Crescente esse sentimento que sorri, e diz uma musa por aí que quando desaparece é porque está a dar voltas com Seu Jorge. Essa é a lua menina, nova como ela carece de companhia. Cansada de viver sozinha, reflete no intenso mar esse amor ali guardado, e enamoram-se. Mesmo com tantas estrelas ao seu redor permanece solitária e mingua. Estão todas a viajar, e não tem tempo pra amante Lua que alimenta-se da luz diurna que do outro lado do mundo o Sol lhe oferece, como uma carta, vindo de longe conformar-lhe noite a dentro.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Palavras
Não é você, nem ela, nem ninguém. São as palavras... Essas andam me tirando o sono. Meu Deus, como é viciante essa coisa de escrever. Tenho sede, sede de experiências, de vivência, de detalhes, do simples, do complexo, da vida. Tudo por palavras. Como me confortam. Como me fazem querer mais e mais, sempre mais. Querer mais não e ruim certo? Quando se sabe equilibrar... Equilíbrio? Eu falando em equilíbrio... Falando em equilíbrio quando falo delas. Nada equilibradas quando saem de mim, da minha cabeça, desse coração que já parou de bombear sangue e trocou essa vida orgânica por arte, que faço na alma. Atormenta-me a sanidade, em ansiedades, verdade, mentiras, sonhos, ilusões, paixões, tudo aqui, em frases, refrão... Tornam-se poemas, fazem-se de belas, de importantes, fazendo parecer a mulher a meretriz, protagonista, quando não percebe que disfarçada fica, coadjuvante das donas das histórias, dando o rumo que bem querem, como bem entendem e desentendem.
São as palavras, sedentas por criarem forma, por deixarem aquele romance bonito, por denunciarem aquele desejo, por matar tantas musas em mim, de amor, de excitação ou de ódio. De oferecer-lhes doces baratos, mentiras sinceras, verdades dolorosas. De lhes dizerem minha, de lhes jogares fora, cotejar-lhe, mascarar-te.
Acreditam nestas, que me tomam e fazem de mim o que bem entendem quando acho que delas faço alguma coisa. Pobre de nós, que acreditamos lê-las, escrevê-las, degluti-las... Pobre de nós que pensamos controlá-las, exibindo-as com orgulho como se fossem criaturas, quando são criadoras.
domingo, 14 de novembro de 2010
Ao lado.
A mulher que vive ao lado vive dentro. Vem dizer que me amas com sete pedras na mão. Todas pra jogar nos meus erros e descarregar o peso de sua angústia por não me ter ao seu lado. Desculpe-me linda mulher com sentimentos de menina. Fiz-te perder o juízo que jurou ter ao lado de outra. Fiz-te querer meu mundo, mundo de menina. Não podias, já era mulher. Fui cruel, eu sei me perdoas, não foi por mal. Amei-te e amo tua essência de anjo. Mas não pertenço a ninguém. Ainda. Sei sorrir como quem promete o mundo sem possuí-lo em mãos. Não faço por mal apesar de mal fazer-te. Dormirás em lágrimas essa noite, com o peito apertado e uma coisa ardendo em tua garganta como que querendo sair, amanha já acordas melhor, com ressaca de mim. A outra te ama, acolhe a isto. Perdoa-me, não sei o que fazer e nem o posso. Sou menina disfarçada em mulher pra chamar mais atenção. Sou assim até que alguém me encontre, perdida em mim.
Eu entendo alegrias alienadas de leigos e ignorantes quando as lágrimas escorrem na face ao pensar em certas coisas. Eu não sei compreender certas atitudes, eu não consigo compreender como alguém que sinta... Isso! Que sinta. Não sinta isso aqui no meu peito ao cometer atrocidades com outros seres vivos. Não entale e perca o ar com esse nó na minha garganta só de pensar. Eu não sou religiosa, apesar de acreditar em energias, em uma força maior... Mas, "Deus, perdoai-vos, pois não sabem o que fazem" meu coração suplica, suplica desse jeito porque quero acreditar que é ignorância, quero fechar os olhos da minha razão um pouco também para poder continuar acreditando, pois sem esse fio de esperança tem horas que parece que não dá, sabe... Dói, dói muito. Julguem-me, vá. Já não me importo, a sensibilidade de me importar foi tomada por outras dores muito mais importantes. Eu tenho vontade de fechar os olhos e pedir desculpas, esperar que me escutem, todas as almas animais torturadas seja lá onde quer que estejam, como se eu pudesse transmitir um pouco de conforto a essas marcas que levam, dizer que existe quem se importe, fechar os olhos forte e transmitir força para aqueles que em vida ainda sofrem, pedir desculpas sempre... É minha raça que faz isso com vocês, desculpe, se pudesse roubava a dor de cada um e compartilhava, de verdade, não quero ser nenhuma Madre Tereza, talvez seja por altruísmo egoísta, eu preferiria a dor física a sentir essa explosão no peito em ver tantos shows de horrores. Dói e eu me sinto pequena, inútil, acomodada no meu conforto enquanto o mundo se corrompe e maltratam, e matam... Matam, aqueles que não lhe fizeram mal algum, aqueles que só pedem lama para brincar, um pasto para se alimentar, céu para voar... Desculpem-me, mas eu não posso compreender isso e nem quero.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Baila ela
Uma caixinha de música ao contrário, que não prendesse a bailarina ao chão, e que ao mesmo tempo lhe desse a graciosidade do embalo daquela bonita canção. Aquela caixinha era pequena pra ela, era isso, o mundo já quase não a cabia de tão grande. Era o seu coração de passarinho que alto soava, era aquele sorriso bonito que longe brilhava. Era a sua força quando em mulher se transformava. Já se confundiu em menina. Menina já foi. Porém nem o doce daquele sorriso e olhar eram mais inocentes... Ou talvez eu assim, não via. Quando em luz azul, sensual. Seu balé tinha suor no momento em que nos braços do personagem qualquer se jogava, mas era sutil, era gota, de quem transbordava desejo de cena. Por fora, ou lá fora, humana.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Chove Calmaria
Quando chove, assim, serenamente, eu tenho a impressão de que a vida se acalma, de que o mundo fica seguro lá fora (por que aqui dentro, de mim, nada é seguro).
Imagino casais embalados pelo ar romântico da chuva em suas camas de casal fazendo amor, deixando o ambiente quente com o calor de seus corpos e entrando em contraste com o ambiente fresco chuvoso. Imagino velhinhos recolhidos em seus cobertores aconchegantes, aqueles geralmente cores pastéis, alguns com estampas de bordados... Cobertores com cara de pessoas com mais idade sabem?
Imagino casais embalados pelo ar romântico da chuva em suas camas de casal fazendo amor, deixando o ambiente quente com o calor de seus corpos e entrando em contraste com o ambiente fresco chuvoso. Imagino velhinhos recolhidos em seus cobertores aconchegantes, aqueles geralmente cores pastéis, alguns com estampas de bordados... Cobertores com cara de pessoas com mais idade sabem?
Imagino bebês embalados em um sono gostoso pelo barulho da água caindo e crianças sem muitos protestos para irem pra suas camas, pois a calmaria da chuva os leva a acatar o recolhimento a tranquilidade de se deitar. Os animais buscam um teto, um lugar para se acolherem e adormecem. Até as pessoas que na rua moram, recolhem-se em um toldo qualquer, um canto que os abrigue, encolhem-se para segurar consigo o máximo de calor possível e bêbados de uma pinga barata, de exaustão e certa solidão esquecem em um apagar, que não é exatamente dormir, as dificuldades.
O mundo fica assim, silencioso, cheio de suspiros amantes por detrás das vidraças e olhares saudosos lamentando distancias. Segurando consigo certo estado de paz, a chuva traz sentimentos de calmaria até para os mais avassaladores momentos. Lava a alma daqueles que desprevenidos se encontram pelas calçadas, espanta a euforia da molecada que na quadra joga bola, embala um beijo apaixonado do jovem casal que vive como nos filmes... E depois vai-se embora, levando com sigo o pause da vida, acordando as pessoas para o que vem em seguida, deixando a impressão por alguns instantes de tarefa cumprida, de mundo lavado.
O mundo fica assim, silencioso, cheio de suspiros amantes por detrás das vidraças e olhares saudosos lamentando distancias. Segurando consigo certo estado de paz, a chuva traz sentimentos de calmaria até para os mais avassaladores momentos. Lava a alma daqueles que desprevenidos se encontram pelas calçadas, espanta a euforia da molecada que na quadra joga bola, embala um beijo apaixonado do jovem casal que vive como nos filmes... E depois vai-se embora, levando com sigo o pause da vida, acordando as pessoas para o que vem em seguida, deixando a impressão por alguns instantes de tarefa cumprida, de mundo lavado.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
"Com sabor de fruta mordida..."
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
(com)paixão
Eu sentia compaixão por ela. Sabia que compartilhávamos da mesma dor. Sabia que o buraco o qual ela pretendia infiltrar-se naquela madrugada era o mesmo que me acolhia muitas outras madrugadas. Ela talvez nunca saiba da minha existência, assim como a existência de sentimentos em comum era ignorada, não por descaso, simplesmente por não poder ser. Ou talvez ela até escute meu nome ser mencionado, talvez ela desconfie, e crie repulsa, talvez ela sinta compaixão, por mim.
domingo, 17 de outubro de 2010
Ventos...
Toda brisa suave me faz lembrar você. O vento no rosto vem como um toque seu, vem como palavras sussurradas no ouvido dizendo que tudo vai ficar bem , carregam com si os pesos da alma e fazem redominho de folhas primaveris, porque você é primavera, deixando uma sensação de voo baixo, tirando os pés do chão, flutuando o corpo que sorri serenamente a leveza, a sensação... Deixando parecer o segundo eterno, como se pudesse sentir a vida em uma brisa, que veio trazendo você para mim.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Corpos
Um emaranhado orgânico, tão próximos que confundiam seus corpos, já não se sabia quais pernas eram aquelas que atravessavam a cama, quais dedos eram aqueles que tocavam de leve sua face. Anestesiados de existência, única, em dois corpos.
domingo, 19 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
O menino
Um menino, frágil e fatalmente apaixonante. Uma alma, densa ,leve, quase grande demais para ele... Um menino.
Tem que ser assim, na contradiçâo, invadindo o direito de ser apenas humano.
Invadindo o direito de passar, somente, por alguém e por ele.
Destinado a sangrar, até quase sentir o fim. Esgotado, exaurido de sangue, como ficam os derrotados.
Tem que ser assim, na contradiçâo, invadindo o direito de ser, apenas.
Sobrevive, embora não sem dor.
Tem que ser assim, na contradiçâo, invadindo o direito de ser apenas humano.
Invadindo o direito de passar, somente, por alguém e por ele.
Destinado a sangrar, até quase sentir o fim. Esgotado, exaurido de sangue, como ficam os derrotados.
Tem que ser assim, na contradiçâo, invadindo o direito de ser, apenas.
Sobrevive, embora não sem dor.
terça-feira, 20 de julho de 2010
O Dia do Cutucão
É, esse dia mesmo. É assim que eu costumo chama-lo. Por que aquele velho clichê cabe aqui, dia do amigo é todo dia, assim como dia das mães é todo dia, dos pais, da mulher... Essas coisas. Essas datas eu as chamo de “O Dia do Cutucão”, aquele dia que você acorda e para tudo quanto é lado o capitalismo está gritando: “presenteei seu amigo, ele merece!”, a TV te manda abraçar “aquela pessoa que sempre está ao seu lado”, a Internet te oferece bonitas mensagens de carinho e por aí vai... E não, não farei aquele discurso de que deveríamos fazer isso todos os dias, de que deveríamos lembrar mais dos nossos amigos, mesmo por que já o fiz ano passado e preciso mudar o repertório, certo? Mas ainda o acho válido, ouviram? E acho que está implícito o “cutucão” que levamos nesses dias... Hei, vamos lembrar e agradecer aquelas pessoas que riram, choraram, passaram momentos diversificados com você. É isso, simples. O meu lado eco-chata não é lá muito a favor do proveito que o comércio faz de certas coisas, mas acho bonitas essas datas, sabe? Mesmo. Por que tem gente que precisa desse cutucão para que usem-o como desculpa para um encontro, para um abraço... E os semblantes pelo passeio parecem mais leves... Tem um lado bacana essas estratégias de marketing, e acho necessário certos cutucões às vezes.
Hoje o Dia do Cutucão me deu um enorme Beliscão, e ta doendo... Não a pele, a consciência! Lembro-me de a um ano atrás lamentar-me por não abraçar todos os dias todos os meus amigos e dizer-lhes o quanto são especiais e essências e esse ano me pego tentando recordar a última vez em que vi certos amigos... Desculpem-me? A Belinha me diz que é coisa de pisciano, mas eu tenho estado um tanto quanto ausente demais. Tenho achado que meu confuso conjunto coração e mente merece recolhimento e me fechado no mundo Quarto por muito tempo. Tenho erroneamente dado preferência a minha cama, aos meus livros, minha cortina fechada, som ligado e um monte de papel rabiscado. Me encontro muito cansada e ocupada, e isso não é tão verdade.
Gente, que decepção... Eu faltei mesmo a sua festa de despedida? Não estou acreditando nisto, de verdade! E daí os vários turbilhões? Eu não tinha esse direito! E daí as noites não dormidas? Eu não tinha esse direito! E daí tudo o mais! Eu não tinha esse direito... Desculpa-me? Desculpa-me por não ter subido e ficado um pouco na sua festa, por não ter ligado e contado que os cachorrinhos morreram, por ter esquecido o seu aniversário... Que imperdoável! Por ter marcado e não aparecido, não ter marcado, não ligar, ir embora sem me despedir, desaparecer, prometer passear com vocês todos os dias e não ir, não saber que você tinha passado no vestibular, que estava com um namorado novo, fazendo auto-escola e passado no psicotécnico. Por favor, eu imploro, perdoem-me? (O Word me corrigiu dizendo que a palavra “não” foi repetida várias vezes... É Word, até você sabe...)
Eu não tenho nem o que dizer, é só que eu me perdi... Eu disse que nunca nos separaríamos, que era eterno, e que eu sentia... Não menti. Vocês são especiais, essenciais e únicos! Quero abraçar todos, muitas vezes, todos os dias, dizer o que eu sinto todos os dias, mesmo ficando chata e repetitiva, preciso contar que vocês são parte importante da minha vida. Porém... Essa vida, essa rotina, essa dúvida, esse coração, NOSSA!!! Eu deixei eles me tomarem e quase me esqueci aonde realmente me acho. Obrigada dia Feliz. Eu vou me levantar desse computador tirar esse pijama-pele, vou passear com meus cachorros, vou mandar uma mensagem a você que me complementa e faz sorrir coisas lá de dentro, deixar de lado a vontade de ficar em casa... Filme? Hoje só se tiver pipoca e boa companhia! To gorda, meu cabelo ta ruim, não tenho roupa? PROBLEMA! Hoje vou ao boliche abraçar vocês amigos. Me espera..? To chegando!
Hoje o Dia do Cutucão me deu um enorme Beliscão, e ta doendo... Não a pele, a consciência! Lembro-me de a um ano atrás lamentar-me por não abraçar todos os dias todos os meus amigos e dizer-lhes o quanto são especiais e essências e esse ano me pego tentando recordar a última vez em que vi certos amigos... Desculpem-me? A Belinha me diz que é coisa de pisciano, mas eu tenho estado um tanto quanto ausente demais. Tenho achado que meu confuso conjunto coração e mente merece recolhimento e me fechado no mundo Quarto por muito tempo. Tenho erroneamente dado preferência a minha cama, aos meus livros, minha cortina fechada, som ligado e um monte de papel rabiscado. Me encontro muito cansada e ocupada, e isso não é tão verdade.
Gente, que decepção... Eu faltei mesmo a sua festa de despedida? Não estou acreditando nisto, de verdade! E daí os vários turbilhões? Eu não tinha esse direito! E daí as noites não dormidas? Eu não tinha esse direito! E daí tudo o mais! Eu não tinha esse direito... Desculpa-me? Desculpa-me por não ter subido e ficado um pouco na sua festa, por não ter ligado e contado que os cachorrinhos morreram, por ter esquecido o seu aniversário... Que imperdoável! Por ter marcado e não aparecido, não ter marcado, não ligar, ir embora sem me despedir, desaparecer, prometer passear com vocês todos os dias e não ir, não saber que você tinha passado no vestibular, que estava com um namorado novo, fazendo auto-escola e passado no psicotécnico. Por favor, eu imploro, perdoem-me? (O Word me corrigiu dizendo que a palavra “não” foi repetida várias vezes... É Word, até você sabe...)
Eu não tenho nem o que dizer, é só que eu me perdi... Eu disse que nunca nos separaríamos, que era eterno, e que eu sentia... Não menti. Vocês são especiais, essenciais e únicos! Quero abraçar todos, muitas vezes, todos os dias, dizer o que eu sinto todos os dias, mesmo ficando chata e repetitiva, preciso contar que vocês são parte importante da minha vida. Porém... Essa vida, essa rotina, essa dúvida, esse coração, NOSSA!!! Eu deixei eles me tomarem e quase me esqueci aonde realmente me acho. Obrigada dia Feliz. Eu vou me levantar desse computador tirar esse pijama-pele, vou passear com meus cachorros, vou mandar uma mensagem a você que me complementa e faz sorrir coisas lá de dentro, deixar de lado a vontade de ficar em casa... Filme? Hoje só se tiver pipoca e boa companhia! To gorda, meu cabelo ta ruim, não tenho roupa? PROBLEMA! Hoje vou ao boliche abraçar vocês amigos. Me espera..? To chegando!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
"Quem diria que viver ia dar nisso?"
-Um aperto em você!
-Outro.
Se precisar de mim, sabe onde me achar.
Olhe pra dentro.
-Soltei um sorriso gostoso.
Tudo vai ficar bem ta?
Cuida-se!
Por mim, ok?
-Sim.
Ai, L.
Eu não gosto de amar as pessoas erradas.
Dói.
Muito mesmo.
-Elas não são as pessoas erradas.
Não são amores errados.
São amores necessários.
Pra você saber amar de verdade quando chegar o amor certo!
-Porque eu to chorando por ele?
Não era pra isso acontecer.
Eu me prometi que não ia chorar por ele.
Eu sequer o amo de verdade.
É platonismo. Platonismo.
DROGA!
Primeira vez que choro por ele.
-É bom!
Você o está soltando...
Em lágrimas.
-Outro.
Se precisar de mim, sabe onde me achar.
Olhe pra dentro.
-Soltei um sorriso gostoso.
Tudo vai ficar bem ta?
Cuida-se!
Por mim, ok?
-Sim.
Ai, L.
Eu não gosto de amar as pessoas erradas.
Dói.
Muito mesmo.
-Elas não são as pessoas erradas.
Não são amores errados.
São amores necessários.
Pra você saber amar de verdade quando chegar o amor certo!
-Porque eu to chorando por ele?
Não era pra isso acontecer.
Eu me prometi que não ia chorar por ele.
Eu sequer o amo de verdade.
É platonismo. Platonismo.
DROGA!
Primeira vez que choro por ele.
-É bom!
Você o está soltando...
Em lágrimas.
Assinar:
Postagens (Atom)
















