E chorava, por detrás das lentes escuras, encostada na escada de uma rodoviária. Precisava voltar, fugir daquela situação, daquele manto de humilhação ao qual se propôs. As pessoas a observavam, e imaginavam os vários motivos pelo qual alguém choraria em um ponto de partida, passagem e chegada.
Seria aquela uma viajante solitária? Seria ela uma abandonada sem rumo? Estaria ela deixando seu amor? Teria ela sido deixada? Correria ao encontro de um desastre? Pobre menina por detrás daqueles óculos escuros, segurando sua bagagem, de passagem, distante, fugindo, de volta pra casa.
Seria aquela uma viajante solitária? Seria ela uma abandonada sem rumo? Estaria ela deixando seu amor? Teria ela sido deixada? Correria ao encontro de um desastre? Pobre menina por detrás daqueles óculos escuros, segurando sua bagagem, de passagem, distante, fugindo, de volta pra casa.
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