Tragava-me, lentamente, como um cigarro que acendia e apagava, reacendia e apagava. Gostava de ver a chama voltar a queimar, gostava de sugar fundo e lento minha essência, segurava em suas entranhas, deixando-me visceral pra depois soltar em fumaça cinza, apagando-me com ar de desejo saciado, deixando pra mais tarde, ou outro dia, aquele resto jogado no cinzeiro.

Acendia e apagava, reacendia e apagava, e eu te oferecia um isqueiro.
ResponderExcluirTeu remédio... Que te cura, mas com efeitos colaterais.
ResponderExcluirNão sabia se gostava ou se era apenas vício.
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