É, esse dia mesmo. É assim que eu costumo chama-lo. Por que aquele velho clichê cabe aqui, dia do amigo é todo dia, assim como dia das mães é todo dia, dos pais, da mulher... Essas coisas. Essas datas eu as chamo de “O Dia do Cutucão”, aquele dia que você acorda e para tudo quanto é lado o capitalismo está gritando: “presenteei seu amigo, ele merece!”, a TV te manda abraçar “aquela pessoa que sempre está ao seu lado”, a Internet te oferece bonitas mensagens de carinho e por aí vai... E não, não farei aquele discurso de que deveríamos fazer isso todos os dias, de que deveríamos lembrar mais dos nossos amigos, mesmo por que já o fiz ano passado e preciso mudar o repertório, certo? Mas ainda o acho válido, ouviram? E acho que está implícito o “cutucão” que levamos nesses dias... Hei, vamos lembrar e agradecer aquelas pessoas que riram, choraram, passaram momentos diversificados com você. É isso, simples. O meu lado eco-chata não é lá muito a favor do proveito que o comércio faz de certas coisas, mas acho bonitas essas datas, sabe? Mesmo. Por que tem gente que precisa desse cutucão para que usem-o como desculpa para um encontro, para um abraço... E os semblantes pelo passeio parecem mais leves... Tem um lado bacana essas estratégias de marketing, e acho necessário certos cutucões às vezes.
Hoje o Dia do Cutucão me deu um enorme Beliscão, e ta doendo... Não a pele, a consciência! Lembro-me de a um ano atrás lamentar-me por não abraçar todos os dias todos os meus amigos e dizer-lhes o quanto são especiais e essências e esse ano me pego tentando recordar a última vez em que vi certos amigos... Desculpem-me? A Belinha me diz que é coisa de pisciano, mas eu tenho estado um tanto quanto ausente demais. Tenho achado que meu confuso conjunto coração e mente merece recolhimento e me fechado no mundo Quarto por muito tempo. Tenho erroneamente dado preferência a minha cama, aos meus livros, minha cortina fechada, som ligado e um monte de papel rabiscado. Me encontro muito cansada e ocupada, e isso não é tão verdade.
Gente, que decepção... Eu faltei mesmo a sua festa de despedida? Não estou acreditando nisto, de verdade! E daí os vários turbilhões? Eu não tinha esse direito! E daí as noites não dormidas? Eu não tinha esse direito! E daí tudo o mais! Eu não tinha esse direito... Desculpa-me? Desculpa-me por não ter subido e ficado um pouco na sua festa, por não ter ligado e contado que os cachorrinhos morreram, por ter esquecido o seu aniversário... Que imperdoável! Por ter marcado e não aparecido, não ter marcado, não ligar, ir embora sem me despedir, desaparecer, prometer passear com vocês todos os dias e não ir, não saber que você tinha passado no vestibular, que estava com um namorado novo, fazendo auto-escola e passado no psicotécnico. Por favor, eu imploro, perdoem-me? (O Word me corrigiu dizendo que a palavra “não” foi repetida várias vezes... É Word, até você sabe...)
Eu não tenho nem o que dizer, é só que eu me perdi... Eu disse que nunca nos separaríamos, que era eterno, e que eu sentia... Não menti. Vocês são especiais, essenciais e únicos! Quero abraçar todos, muitas vezes, todos os dias, dizer o que eu sinto todos os dias, mesmo ficando chata e repetitiva, preciso contar que vocês são parte importante da minha vida. Porém... Essa vida, essa rotina, essa dúvida, esse coração, NOSSA!!! Eu deixei eles me tomarem e quase me esqueci aonde realmente me acho. Obrigada dia Feliz. Eu vou me levantar desse computador tirar esse pijama-pele, vou passear com meus cachorros, vou mandar uma mensagem a você que me complementa e faz sorrir coisas lá de dentro, deixar de lado a vontade de ficar em casa... Filme? Hoje só se tiver pipoca e boa companhia! To gorda, meu cabelo ta ruim, não tenho roupa? PROBLEMA! Hoje vou ao boliche abraçar vocês amigos. Me espera..? To chegando!
terça-feira, 20 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
"Quem diria que viver ia dar nisso?"
-Um aperto em você!
-Outro.
Se precisar de mim, sabe onde me achar.
Olhe pra dentro.
-Soltei um sorriso gostoso.
Tudo vai ficar bem ta?
Cuida-se!
Por mim, ok?
-Sim.
Ai, L.
Eu não gosto de amar as pessoas erradas.
Dói.
Muito mesmo.
-Elas não são as pessoas erradas.
Não são amores errados.
São amores necessários.
Pra você saber amar de verdade quando chegar o amor certo!
-Porque eu to chorando por ele?
Não era pra isso acontecer.
Eu me prometi que não ia chorar por ele.
Eu sequer o amo de verdade.
É platonismo. Platonismo.
DROGA!
Primeira vez que choro por ele.
-É bom!
Você o está soltando...
Em lágrimas.
-Outro.
Se precisar de mim, sabe onde me achar.
Olhe pra dentro.
-Soltei um sorriso gostoso.
Tudo vai ficar bem ta?
Cuida-se!
Por mim, ok?
-Sim.
Ai, L.
Eu não gosto de amar as pessoas erradas.
Dói.
Muito mesmo.
-Elas não são as pessoas erradas.
Não são amores errados.
São amores necessários.
Pra você saber amar de verdade quando chegar o amor certo!
-Porque eu to chorando por ele?
Não era pra isso acontecer.
Eu me prometi que não ia chorar por ele.
Eu sequer o amo de verdade.
É platonismo. Platonismo.
DROGA!
Primeira vez que choro por ele.
-É bom!
Você o está soltando...
Em lágrimas.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
H.
Se eu não o conhecesse diria que ele é um museu-potinho de telas-fotos, sem molduras, grandes, dispostas em andares retangulares. Um museu marrom madeira na linda Paris...
O museu se abre ao entardecer, quando o sol começa a se por e o céu de Monet toma o azul do dia... Cinco degraus compridos e uma porta grande de madeira rústica, quase escura, com desenhos que são bordados, retangular e arredondada em cima.
Você sobe os degraus devagar, com ar de quem está em um filme, admirando as belas portas abertas dando uma prévia do salão que te recebe. Entra e a claridade diminui, mas continua claro, uma claridade amarela, como se muitas, muitas não, milhares de velas invisíveis iluminassem o local. Você para a um metro da porta, angula a cabeça para cima, faz um movimento de rotação e os seus olhos brilham aquele brilho lágrima sem a vermelhidão, tímido, mas digno de um close, que deixa esse brilho com lápidas prateadas. É um salão, imenso, com cheiro de história, uma escada em seu meio, larga e comprida, daquelas de corrimão que se curvam no começo com três riscos na madeira e terminam retangulares e lisos. A escada deixa um buraco no meio do prédio do museu, formando quatro corredores em cada andar.
O andar de cima com carpete branco-lírio tem telas-fotos de paisagens e cheira a lavanda. Telas-fotos dos olhares dele. Frases... É! Frases! Soltas pelo ar, meio sussurradas, algumas de longe, algumas de perto, tão pertinho que te passa a ligeira impressão de sentir o quentinho da respiração no canto de trás do ouvido direito, e depois um ventinho passa pela nuca e outra frase é sussurrada no ouvido esquerdo.
O terceiro andar tem carpete verde, verde-veludo-escuro. São telas-fotos de objetos, apenas, sem estarem dispostos em lugar algum. Frases...
O quarto andar com carpete preto tem telas-fotos de xícaras. Xícaras saindo fumacinhas, denunciando o seu conteúdo, e cheira a canela, um cheiro quente, de parar, aspirar fundo, silenciosamente, fechando os olhos no ato e depois abrindo devagar, com ar de vontade satisfeita. Frases...
No próximo andar o carpete é peludo e é azul claro, azul céu, céu de dia ensolarado.Tem brinquedos, não telas-fotos de brinquedos, mas brinquedos-brinquedos, muitas pelúcias e seu ambiente é tão aconchegante que você senta, se demora, estica a mão para alguns ursos e sente o macio no toque... (Frases)
Os próximos andares têm telas-fotos de pessoas, alguns exclusivamente de uma, e um de várias. Esse passa a impressão de que são desconhecidos, ou estranho-conhecidos, de certa forma (eu não sei por que) ele tem um ar de humor, quase irônico. Frases... Com um tom risonho disfarçado.
Os andares exclusivos têm o tom, o cheiro e o ar de acordo com a pessoa exposta. Diálogos...
Tem um que chama atenção, com carpete vermelho sangue e telas-fotos de uma menina-mulher, cheira a menina-mulher, doce e provocante, provoca... delírios. Ela é ruiva, mas não é um “ruiva” qualquer, tem um ruivo com ondas e sardas disfarçadas, branquinha pra seguir a regra e olhos verde-água. Texto!
Tem um andar que é um pouco escuro, e o carpete vermelho-vinho, um ar abafado, sem janelas... É um andar familiar, para ele... Onde tem um quadro, com moldura e tudo, de seu pai, em pé, pés juntos e virados para fora, corpo ereto e a cabeça bem maior que este, parece te olhar, e tem um sorriso largo, dando ar de gargalhada, maléfica, mas essa que faz som alto e não dá medo. Silêncio.
O último andar é dele,sobre ele, quase ele. O carpete é azul-escuro-veludo, com janelas grandes, e longas cortinas azuis escuras, um tom abaixo do carpete, espremidas nas extremidades, presas com finas cordas, formando duas asas de borboleta ao contrário. Tem o cheiro dele... Um cheiro menino, um cheiro de fique a vontade, um cheiro que te faz querer ficar. Um ar sereno e sério, que prende, distrai e descontrai. Suas telas-fotos são mais fotos que telas, denunciam beleza com aquele maxilar quadrangular exposto e pedindo atenção, seu olhar é presença, tanta, que você sente, e sente mesmo, um pouco no fundo, mas intenso, quase paradoxal, quase poesia. Pontos, letras, frases, rimas, sonetos, refrões, canções...
Dele, suas, minhas...
O museu se abre ao entardecer, quando o sol começa a se por e o céu de Monet toma o azul do dia... Cinco degraus compridos e uma porta grande de madeira rústica, quase escura, com desenhos que são bordados, retangular e arredondada em cima.
Você sobe os degraus devagar, com ar de quem está em um filme, admirando as belas portas abertas dando uma prévia do salão que te recebe. Entra e a claridade diminui, mas continua claro, uma claridade amarela, como se muitas, muitas não, milhares de velas invisíveis iluminassem o local. Você para a um metro da porta, angula a cabeça para cima, faz um movimento de rotação e os seus olhos brilham aquele brilho lágrima sem a vermelhidão, tímido, mas digno de um close, que deixa esse brilho com lápidas prateadas. É um salão, imenso, com cheiro de história, uma escada em seu meio, larga e comprida, daquelas de corrimão que se curvam no começo com três riscos na madeira e terminam retangulares e lisos. A escada deixa um buraco no meio do prédio do museu, formando quatro corredores em cada andar.
O andar de cima com carpete branco-lírio tem telas-fotos de paisagens e cheira a lavanda. Telas-fotos dos olhares dele. Frases... É! Frases! Soltas pelo ar, meio sussurradas, algumas de longe, algumas de perto, tão pertinho que te passa a ligeira impressão de sentir o quentinho da respiração no canto de trás do ouvido direito, e depois um ventinho passa pela nuca e outra frase é sussurrada no ouvido esquerdo.
O terceiro andar tem carpete verde, verde-veludo-escuro. São telas-fotos de objetos, apenas, sem estarem dispostos em lugar algum. Frases...
O quarto andar com carpete preto tem telas-fotos de xícaras. Xícaras saindo fumacinhas, denunciando o seu conteúdo, e cheira a canela, um cheiro quente, de parar, aspirar fundo, silenciosamente, fechando os olhos no ato e depois abrindo devagar, com ar de vontade satisfeita. Frases...
No próximo andar o carpete é peludo e é azul claro, azul céu, céu de dia ensolarado.Tem brinquedos, não telas-fotos de brinquedos, mas brinquedos-brinquedos, muitas pelúcias e seu ambiente é tão aconchegante que você senta, se demora, estica a mão para alguns ursos e sente o macio no toque... (Frases)
Os próximos andares têm telas-fotos de pessoas, alguns exclusivamente de uma, e um de várias. Esse passa a impressão de que são desconhecidos, ou estranho-conhecidos, de certa forma (eu não sei por que) ele tem um ar de humor, quase irônico. Frases... Com um tom risonho disfarçado.
Os andares exclusivos têm o tom, o cheiro e o ar de acordo com a pessoa exposta. Diálogos...
Tem um que chama atenção, com carpete vermelho sangue e telas-fotos de uma menina-mulher, cheira a menina-mulher, doce e provocante, provoca... delírios. Ela é ruiva, mas não é um “ruiva” qualquer, tem um ruivo com ondas e sardas disfarçadas, branquinha pra seguir a regra e olhos verde-água. Texto!
Tem um andar que é um pouco escuro, e o carpete vermelho-vinho, um ar abafado, sem janelas... É um andar familiar, para ele... Onde tem um quadro, com moldura e tudo, de seu pai, em pé, pés juntos e virados para fora, corpo ereto e a cabeça bem maior que este, parece te olhar, e tem um sorriso largo, dando ar de gargalhada, maléfica, mas essa que faz som alto e não dá medo. Silêncio.
O último andar é dele,sobre ele, quase ele. O carpete é azul-escuro-veludo, com janelas grandes, e longas cortinas azuis escuras, um tom abaixo do carpete, espremidas nas extremidades, presas com finas cordas, formando duas asas de borboleta ao contrário. Tem o cheiro dele... Um cheiro menino, um cheiro de fique a vontade, um cheiro que te faz querer ficar. Um ar sereno e sério, que prende, distrai e descontrai. Suas telas-fotos são mais fotos que telas, denunciam beleza com aquele maxilar quadrangular exposto e pedindo atenção, seu olhar é presença, tanta, que você sente, e sente mesmo, um pouco no fundo, mas intenso, quase paradoxal, quase poesia. Pontos, letras, frases, rimas, sonetos, refrões, canções...
Dele, suas, minhas...
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Bagunça Interior
Eu tenho uma mania, irritante para alguns e glorificante para outros, de me fazer estar sempre bem, mas a bagunça interna as vezes pede pra sair...
Arrumo a bagunça de fora quando a de dentro grita, arrumo a casa para preencher a cabeça, escuto música alta para limpar o nó da garganta entre um lá maior e um mi menor e varro toda a angústia junto com a poeira!
A sensação de limpeza do ambiente no pós é contagiante, e o cansaço da arrumação sem intervalo me permite conseguir dormir!De quebra agrado a minha mãe, que fica feliz em ver a casa brilhando, cheirando a lavandas florais e sem ter a coluna doendo.
Minha irmã já notou que eu tenho crises de arrumação, e de curiosa me cutucou com um 'porquê?'...
- Por que limpa a alma, respondi sinceramente e com ar de satisfação.
Minha mãe acha graça e brinca: - E como faz para sujar ela todo dia?
- Ah mãe, se eu lhe contar, você vai adorar a casa suja!
Arrumo a bagunça de fora quando a de dentro grita, arrumo a casa para preencher a cabeça, escuto música alta para limpar o nó da garganta entre um lá maior e um mi menor e varro toda a angústia junto com a poeira!
A sensação de limpeza do ambiente no pós é contagiante, e o cansaço da arrumação sem intervalo me permite conseguir dormir!De quebra agrado a minha mãe, que fica feliz em ver a casa brilhando, cheirando a lavandas florais e sem ter a coluna doendo.
Minha irmã já notou que eu tenho crises de arrumação, e de curiosa me cutucou com um 'porquê?'...
- Por que limpa a alma, respondi sinceramente e com ar de satisfação.
Minha mãe acha graça e brinca: - E como faz para sujar ela todo dia?
- Ah mãe, se eu lhe contar, você vai adorar a casa suja!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O que vale mais?
Minha tia reclama...
- Esse sapato de tecido sintético foi mais barato, mas durou menos tempo.Ah,couro que vale a pena, isso aqui não está valendo nada!
-Nada? É quanto vale uma vida?
- Esse sapato de tecido sintético foi mais barato, mas durou menos tempo.Ah,couro que vale a pena, isso aqui não está valendo nada!
-Nada? É quanto vale uma vida?
O prazer é todo seu
Eu tenho um pouco de preguiça de apresentações, apresentações me dão a impressão de que devo lhe dizer quem sou, o que fiz da minha vida até agora e o que vou fazer. E então me deparo com o problema... Quem sou?
Bom, isso vai depender de como você me lê. Estou em linhas e entre linhas, e às vezes nem estou.
O que fiz da minha vida reflete no meu eu presente, e talvez eu lhe conte algumas lágrimas derramadas ou risadas, daquelas de fazer a barriga doer. Porém, momentaneamente me foco no presente, no cotidiano sem rotina, na batalha interior e exterior, na extrema necessidade de ser!
E o que vou fazer da minha vida é o meu paradoxo diário. Acordo cada dia de um jeito, acordo cada dia sendo uma. A minha essência não se perde, mas minha experiência de ontem me impede de ser a mesma, minha vontade de agora me provoca impulsos e minhas pretensões futuras influenciam minhas ações.
Se apresentar é complexo e eu desafio alguém a fazê-lo. Portanto não me limito a isso e vou além. Leia-me e diga quem sou para você.
Hoje acordei com vontade de desestagnar e larguei aquela coisa de “to sem tempo” para levar um blog à frente. Farei deste meu apoio, meu grito, meu diário, meu protesto e meu desabafo.
Amanhã te conto uma história, um fato, uma dor, uma alegria, uma dúvida ou até mesmo um amor. Agora eu te adianto, sou vegetariana em transição para o veganismo e estudante apaixonada de comunicação social - Jornalismo. Trabalho em uma boate as quinta, sábados e feriados, transitando entre Juiz de Fora ( cidade onde resido) e Búzios. Sou natural de Ouro Branco, uma cidadezinha no interior de Minas e morro de saudade dos conterrâneos da minha “rocinha”, assim como da vida de cidade pequena. Estou trabalhando em um projeto ligado ao meio ambiente, libertação animal, ética e consciência e uma fusão disso tudo em debates informativos. Tenho um coração que me deixa louca, mas me proporciona vida, muita vida. Bem vindos a ela!
Bom, isso vai depender de como você me lê. Estou em linhas e entre linhas, e às vezes nem estou.
O que fiz da minha vida reflete no meu eu presente, e talvez eu lhe conte algumas lágrimas derramadas ou risadas, daquelas de fazer a barriga doer. Porém, momentaneamente me foco no presente, no cotidiano sem rotina, na batalha interior e exterior, na extrema necessidade de ser!
E o que vou fazer da minha vida é o meu paradoxo diário. Acordo cada dia de um jeito, acordo cada dia sendo uma. A minha essência não se perde, mas minha experiência de ontem me impede de ser a mesma, minha vontade de agora me provoca impulsos e minhas pretensões futuras influenciam minhas ações.
Se apresentar é complexo e eu desafio alguém a fazê-lo. Portanto não me limito a isso e vou além. Leia-me e diga quem sou para você.
Hoje acordei com vontade de desestagnar e larguei aquela coisa de “to sem tempo” para levar um blog à frente. Farei deste meu apoio, meu grito, meu diário, meu protesto e meu desabafo.
Amanhã te conto uma história, um fato, uma dor, uma alegria, uma dúvida ou até mesmo um amor. Agora eu te adianto, sou vegetariana em transição para o veganismo e estudante apaixonada de comunicação social - Jornalismo. Trabalho em uma boate as quinta, sábados e feriados, transitando entre Juiz de Fora ( cidade onde resido) e Búzios. Sou natural de Ouro Branco, uma cidadezinha no interior de Minas e morro de saudade dos conterrâneos da minha “rocinha”, assim como da vida de cidade pequena. Estou trabalhando em um projeto ligado ao meio ambiente, libertação animal, ética e consciência e uma fusão disso tudo em debates informativos. Tenho um coração que me deixa louca, mas me proporciona vida, muita vida. Bem vindos a ela!
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